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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

A Defesa


Povo do GEPEC, Dani, Carol, Cris, Nil, Chico, Luiza, Marina, Agenor, Luiz Meira, Lalá, Betinha,Ruth Joffily, Adriana Mendes, Adriana Varani, Wanderley, Guilherme, Corinta, Rosaura, Ana Aragão e outros


Quero muito agradecer a todos os que estiveram presentes na minha defesa e/ou presentes na minha dissertação.

Na terça, enquanto nos reajeitávamos no Salão Nobre, pensei:
é um privilégio muito grande estar aqui e ter essas pessoas me ouvindo, assim como é um privilégio imenso ter meu trabalho comentado – arguido sem trema perdeu a classe ... –  por essas 5 pessoas e mais a Ruth Joffily, a primeira leitora e revisora.

adorei ter minha filha junto (en)cantando e mais a Carol, a Cris e a Nil na apresentação musical.

Então é isso: quero agradecer muito a todos que foram e também os que acessam o blog

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

e-Boa na rede

Caiu na rede é peixe...

Seguem os links para  textos de Boaventura de Sousa Santos.
São como peixes: estão na rede.
Pesque!!


SANTOS, Boaventura de Sousa (1985/86). Um discurso sobre as ciências. Edições Afrontamento. Porto: 1997. Disponível em http://www.ufrgs.br/eenf/laboratorios/levi/projeto52/Boaventura.pdf. Acesso em 07 de junho de 2010.

SANTOS, Boaventura de Sousa (1999). A construção multicultural da igualdade e da diferença. Coimbra: Centro de Estudos Sociais. Oficina do CES nº 135, janeiro de 1999. Disponível em https://estudogeral.sib.uc.pt/jspui/bitstream/10316/11020/1/A%20Constru%C3%A7%C3%A3o%20Multicultural%20da%20Igualdade%20e%20da%20Diferen%C3%A7a.pdf. Acesso em 23 de junho de 2010

SANTOS, Boaventura de Sousa (2001). In: Teoria e debate no. 48, Fundação Perseu Abramo, Brasil nº 48 - junho/julho/agosto de 2001. Disponível em http://www2.fpa.org.br/portal/modules/news/article.php?storyid=1597, acesso em 7 de junho de 2010.

SANTOS, Boaventura de Sousa (2002a). Para uma sociologia das ausências e uma sociologia das emergências. Revista crítica de ciencias sociais, ISSN 0254-1106, Nº. 63, 2002 (Exemplar dedicado a: Globalizaçao : fatalidade ou utopia?), pp. 237-280. Disponível em www.ces.uc.pt/bss/documentos/sociologia_das_ausencias.pdf. Acesso em 31 de maio de 2010.

SANTOS, Boaventura de Sousa (2002b). Prezados professores. In: A página da educação, Edição 112, maio de 2002. Disponível em http://www.apagina.pt/?aba=7&cat=112&doc=8798&mid=2 . Acesso em 25 de abril de 2010.

SANTOS, Boaventura de Sousa (2002c). In: OLIVEIRA, Inês Barbosa de, COSTA, Ricardo. Entrevista. TEIAS, Rio de Janeiro, ano 3, nº 6: jul/dez 2002. Disponível em http://www.periodicos.proped.pro.br/index.php?journal=revistateias&page=article&op=viewFile&path[]=119&path[]=120. Acesso em 15 de maio de 2009.

SANTOS, Boaventura de Sousa (2002d). In: Roda viva. TV Cultura, São Paulo, SP. Disponível em http://www.rodaviva.fapesp.br/materia/259/entrevistados/boaventura_de_souza_santos_2002.htm. Acesso em 15 de maio de 2009.

SANTOS, Boaventura de Sousa (2003). Dilemas do nosso tempo: globalização, multiculturalismo e conhecimento. Entrevista para GANDIN, Luís Armando,  HIPÓLITO, Álvaro Moreira. Currículo sem Fronteiras, v3, n.2, p.5-23, Jul/Dez 2003. Disponível em http://www.curriculosemfronteiras.org/vol3iss2articles/boaventura.pdf. Acesso em 15 de maio de 2009.

SANTOS, Boaventura de Sousa (2004a). In: jornal O Globo. Entrevista. Nov. de 2004. Disponível em http://www.ces.uc.pt/bss/documentos/JornalOGLOBONov2004.pdf. Acesso em 15 de maio de 2009.

SANTOS, Boaventura de Sousa (2004b) Escrita INKZ - antimanifesto para uma arte incapaz. Aeroplano Editora). In: O sociólogo poeta. Porta Literal. Disponível em http://174.133.216.154/artigos/o-sociologo-poeta. Acesso em 15 de maio de 2009.

SANTOS, Boaventura de Sousa (2005a). SCHWARTZ, Christian. Escrita INKZ – anti-manifesto para uma arte incapaz. Brasil. Disponível em http://www.boaventuradesousasantos.pt/documentos/entrevista_escrita_inkz.pdf .Acesso em 15 de julho de 2010.

SANTOS, Boaventura de Sousa (2005b). O Fórum social mundial: manual de uso. São Paulo, SP: Cortez, 2005.

SANTOS, Boaventura de Sousa (2005c). SCHWARTZ, Christian. Fórum social mundial 2005. Disponível em http://www.boaventuradesousasantos.pt/documentos/entrevista_forum_social_mundial_2005.pdf

SANTOS, Boaventura de Sousa (2006). Ao espelho no hostal del Bosque Izquierdo (Viagem ao centro da pele). In: Confraria no 8, mai/jun 2006. ISSN 1808-6276. Disponível em http://www.confrariadovento.com/revista/numero8/poesia01.htm. Acesso em 21 de abril de 2010.

SANTOS, Boaventura de Sousa (2006b). As dores do pós-neoliberalismo. In: Boletín PPCOR, no 30. LPP, Laboratorio de políticas públicas, UERJ: Brasil. Octubre-Noviembre. 2006. Disponível em http://www.lpp-uerj.net/olped/acoesafirmativas/boletim/30/artigo.htm. Acesso 10 de julho de 2010.

SANTOS, Boaventura de Sousa (2006c). Revista Inter-Legere. 1 ISSN 1982 1662. Disponível em http://www.cchla.ufrn.br/interlegere/revista/pdf/1/db01.pdf. Acesso em 15 de julho de 2010.

SANTOS, Boaventura de Sousa (2007a). In: GREENHALGH, Laura. Sirva-se um elixir para a democracia. Suple.Aliás, jornal O Estado de São Paulo. Disponível em http://www.ces.uc.pt/bss/documentos/Boaventura_de_Sousa_Santos.pdf. Acesso em 7 de junho de 2010.

SANTOS, Boaventura de Sousa (2007b). Apud TAVARES, Manuel. Em torno de um novo paradigma sócio-epistemológico. Rev. Lusófona de Educação. [online]. 2007, no.10 [citado 23 Janeiro 2009], p.131-137. Disponível na World Wide Web: <http://www.scielo.oces.mctes.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1645-72502007000200010&lng=pt&nrm=iso>. ISSN 1645-7250

SANTOS, Boaventura de Sousa (2007c). In: Mosaico – Estudos em psicologia. Vol. 1, No 1 (2007) Belo Horizonte, MG, Brasil. Disponível em http://www.fafich.ufmg.br/mosaico/index.php/mosaico/article/viewFile/13/10. Acesso em 18 de julho de 2010.

SANTOS, Boaventura de Sousa (2008a). Texto para um programa de concerto. Disponível em http://www.antoniopinhovargas.com/biografia.php?smenu=referencias&qual=189. Acesso em 15 de maio de 2009.

SANTOS, Boaventura de Sousa (2008b). A universidade no século XXI: para uma reforma democrática e emancipatória da universidade. In: SANTOS, Boaventura de Sousa; FILHO, Naomar de Almeida. A Universidade no Século XXI: Para uma Universidade Nova. Disponível em https://estudogeral.sib.uc.pt/jspui/bitstream/10316/12122/1/A%20Universidade%20no%20Seculo%20XXI.pdf. Acesso em 14 de julho de 2010.

SANTOS, Boaventura de Sousa (2009a). Para além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia de saberes. In:  Novos estudos - CEBRAP, São Paulo, SP, no 79, Nov. 2007. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-33002007000300004&lng=en&nrm=iso. Acesso em 23 de junho de 2010. doi: 10.1590/S0101-33002007000300004.

SANTOS, Boaventura de Sousa (2009b). Abaixo-assinado em defesa dos povos indígenas de Raposa Serra do Sol (RR) disponível http://www.cimi.org.br/?system=news&action=read&id=3236&eid=24. Acesso em 15 de maio de 2009.

SANTOS, Boaventura de Sousa. In: SOUSA, Marcio-André de. O Evangelho segundo King. In: Panorama da palavra. no 58. Disponível em http://www.panoramadapalavra.com.br/principal_frame_index58.html. Acesso em 23 de junho de 2010.


SANTOS, Boaventura de Sousa. In: Fotolog. Disponível em http://www.fotolog.com.br/ducarvalho/45860828. Acesso em 15 de maio de 2009.


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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Chico Science e o Mangue Beat

Glossário do Mangue

AFROCIBERDELIA  
Bráulio Tavares em http://somakaos.blogspot.com/2007/03/afrociberdelia.html

(Extraído da ENCICLOPÉDIA GALÁCTICA, volume LXVII, edição de 2102).
AFROCIBERDELIA (de África + Cibernética + Psicodelismo) – s.f. – A arte de cartografar a Memória Prima genética (o que no século XX era chamado “o inconsciente coletivo”) através de estímulos eletroquímicos, automatismos verbais e intensa movimentação corporal ao som de música binária.

Praticada informalmente por tribos de jovens urbanos durante a segunda metade do século XX, somente a partir de 2030 foi oficialmente aceita como disciplina científica, juntamente com a telepatia, a pata física e a psicanálise.

Para a teoria afrociberdélica, a humanidade é um vírus benigno no software da natureza, e pode ser comparada a uma Árvore cujas raízes são os códigos do DNA humano (que tiveram origem na África), cujos galhos são as ramificações digitais-informáticas-eletrônicas (a Cibernética) e cujos frutos provocam estados alterados de consciência (o Psicodelismo).

No jargão das gangs e na gíria das ruas, o termo “afrociberdelia” é usado de modo mais informal:

a) Mistura criativa de elementos tribais e high-tech:
“Pode-se dizer que o romance The Embedding, de Ian Watson, é um precursor de ficção-científica afrociberdélica”.

b) Zona, bagunça em alto-astral, bundalelê festivo:
“A festa estava marcada pra começar as dez, mas só rolou afrociberdelia lá por volta das duas horas da manhã”.

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Para saber mais, assista ou

                                leia em várias graduações...


Dose leve: “Depois de descer até o “Sul Maravilha”, Chico Science & Nação Zumbi sonharam com travessias mais audaciosas. Os caranguejos com cérebro vislumbraram exportar o mangue beat de uma cosmopolita Recife para os ouvidos espantados do Velho Mundo”

  • reportagem de Luciano Marsiclia na revista Superinteressante

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Dose mediana: “Baseada na tese "Chico Science & Nação Zumbi: um estudo sobre o hibridismo e as relações entre música popular, mídia e cultura", a reportagem reune músicos e estudiosos do assunto para contar a história do manguebeat a partir da trajetória de um dos maiores grupos de Recife.”
  • vídeo de Chris Almeida mostrando o hibridismo de nossa cultura, esse nosso jeito misturalista de ser. Disponível em http://vimeo.com/5700192

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Dose dupla:  “Do caranguejo globalizado ao Maracatu Atômico, o Projeto Mangue buscou a universalização de nossas raízes...”

 

Nesse texto encontrei uma frase linda do Chico Science que queria ter colocado ela na minha dissertação. Fala da esperança, não aquela de “quem espera sempre alcança/ três vez salve a esperança”, que nos move, nos mostra possibilidades e então

A esperança é quando a dor presente nos faz tentar outra vez.

A possibilidade é o movimento do mundo, diz e-Boa...

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Só diversão...

Baixe o CD Chico Science e Nação Zumbi – Afrociberdélia
Afrociberdelia é o segundo álbum estúdio da banda lançado em 1996.


VEJA

Trecho final do programa Ensaio com Chico Science & Nação Zumbi, com depoimentos bem lindos dele, destaco dois nesse vídeo:

“Vamos tocar uma música que fala desta miscigenação, desta mistura, de que não importa onde você esteja, em que lugar você está do Brasil, mas o que você tem e o que você gosta , de juntar estas coisas e fazer a sua diversão e fazer disso o seu bem estar: etnia.”


Somos todos juntos uma miscigenação
E não podemos fugir da nossa etnia.
Todos juntos uma miscigenação
E não podemos fugir da nossa etnia.

Índios, brancos, negros e mestiços
Nada de errado em seus princípios.
O seu e o meu são iguais
Corre nas veias sem parar.
Costumes, é folclore, é tradição.
Capoeira que rasga o chão
Samba que sai da favela acabada
É hip hop na minha embolada.

É o povo na arte, é arte no povo
E não o povo na arte, de quem faz arte com o povo.
É o povo na arte, é arte no povo
E não o povo na arte, de quem faz arte com o povo.





 
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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Humberto Barbosa Mendes, Humberto de Maracanã

 
Humberto de Maracanã
Eu, Humberto e Deisy no São João de 2007


“Palmeiras balançam no Maracanã. O maracá de prata do Guriatã comanda o Batalhão de Ouro. No encalço do boi, a comunidade pulsa no sotaque da matraca. “


Quando vou pro Maranhão vou para assistir ao Boi de Maracanã.
Claro que vejo todas as brincadeiras e tento assistir a maior parte da festa, mas aos poucos fui afunilando o que gosto e não só a brincadeira, mas as pessoas que estão nela, passam a fazer parte da viagem ao Maranhão e sua encantaria, de uma viagem maior.



Boi de 2009, lindo, lindo!


“Maracanã é bairro da zona rural de São Luís que mantém viva (e crescente) a tradição do bumba-meu-boi de matraca – ou sotaque da ilha.”

O que me apaixonou no Maracanã foi que eles fazem o auto do Boi todo ano, coisa que está ficando cada vez mais rara. Adoro assistir ao batizado do Boi onde algumas pessoas da comunidade cantam longas ladainhas em latim.





Humberto no batizado do Boi de 2009


Outra paixão é o Guriatã, o cantador do Maracanã...

“Nascido em 1939, Humberto Barbosa Mendes tem o hábito do boi desde menino. Figura emblemática, iniciou-se como compositor e intérprete de toadas aos 12 anos de idade. Aos 34, tornou-se Cantador Humberto do Maracanã. Hoje é reconhecido pelo Ministério da Cultura como Mestre em Cultura Popular e um dos maiores divulgadores da tradição musical maranhense. “




(LEIA  MAIS em  http://www.culturabrasil.com.br/programas/veredas/arquivo-15/vida-de-cantador-humberto-do-maracana-3)



Vídeo da hora de Humberto, visitando com amigos nos lençois Maranhenses, cantando pra lua  e refletindo sobre a beleza do lugar.




Ê lua
Este touro é teu também
importante ilumina ele,
pra não perder pra ninguém.

Ilumina as matas virgens
E as águas verdes do mar
Meu amor também clareia, lua cheia
e da força no meu maracá.

“Isto aqui é que é o meu Brasil, você me despertou uma coisa linda, viu?
qual é o teu Brasil? isto eu vou ter que repetir e muitas coisas: isto aqui é o meu  Brasil [...]  Bumba-boi é o meu Brasil”

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domingo, 8 de agosto de 2010

TABACARIA

  • Site sobre Fernando Pessoa, com direito a biografias, fotos e poemas. http://www.pessoa.art.br/?p=446 Nele descubro que Tabacaria teve quase o título de Marcha da Derrota.

  • Vá até o site do you tube (www.youtube.com.br) e coloque na guia de pesquisa . Aparecem vários links e você poderá ouvir Tabacaria com sotaque português, uma delícia, como este http://www.youtube.com/watch?v=T_RqaYR-SN0&feature=related.
ou este gravado ao vivo por Manuel Villaverde Cabral







Foto de Daniella Gramani
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Helena Kolody



Biografia na Wikipédia - (http://pt.wikipedia.org/wiki/Helena_Kolody)

Seus pais foram imigrantes ucranianos que se conheceram no Brasil. Helena passou parte da infância na cidade de Rio Negro, onde fez o curso primário. Estudou piano, pintura e, aos doze anos, fez seus primeiros versos.
Seu primeiro poema publicado foi A Lágrima, aos 16 anos de idade, e, aos 20 anos, Helena iniciou a carreira de professora do Ensino Médio e inspetora de escola pública. Lecionou no Instituto de Educação de Curitiba por 23 anos. Helena Kolody, segundo o que consta em seu livro Viagem no Espelho, foi professora da Escola de Professores da cidade de Jacarezinho, onde lecionou por vários anos.



Pioneira dos Haikai


Em 1941 Helena Kolody, com 29 anos de idade, publicava seu primeiro livro, Paisagem Interior, com 45 poemas. Entre os quais três eram haicais e, no meio destes, o mais popular da autora:
Arco-íris
Arco-íris no céu.
Está sorrindo o menino
Que há pouco chorou.
Prisão
Puseste a gaiola
Suspensa dum ramo em flor,
Num dia de sol.
Felicidade
Os olhos do amado
Esqueceram-se nos teus,
Perdidos em sonho.
Era a primeira vez que uma mulher publicava haicais no Brasil.

Leia mais no site CAQUI sobre os haikai e a poesia de Helena http://www.kakinet.com/caqui/kolody.php


e é daí também que retiro as palavras do Leminski sobre ela:

"Nossa padroeira é o poeta mais moderno de Curitiba, de uma modernidade enorme, uma modernidade de quase oitenta anos. Nenhum de nós tem modernidade desse tamanho". E termina: "Tem certas manhãs azuis em Curitiba, mas tão azuis, tão azuis, que eu tenho certeza: Helena Kolódy acordou cedo e olha por todos nós".






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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Poesia Concreta



Poesia Concreta
: um site herbivocovisual

"Ao trabalhar de forma integrada o som, a visualidade e o sentido das palavras, a poesia concreta propõe novos modos de fazer poesia, visando a uma ‘arte geral da palavra’. A expressão joyceana verbivocovisual sintetiza essa proposta que, desde os anos 1950, foi colocada em prática pelos poetas Augusto de Campos, Décio Pignatari, Haroldo de Campos, José Lino Grünewald e Ronaldo Azeredo, desdobrando-se até hoje, ao longo de mais de cinco décadas de produção em suportes e meios técnicos diversos – livro, revista, jornal, cartaz, objeto, lp, cd, videotexto, holografia, vídeo, internet."

Viaje pelos mares da poesia concreta deste site http://www.poesiaconcreta.com.br/

MERGULHE!

Augusto de Campos

De uma paradinha também neste porto, o blog oficial de Augusto de Campos: http://www2.uol.com.br/augustodecampos/
Em especial, visite Poemas, além do texto Poesia concreta: um manifesto.

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sábado, 31 de julho de 2010

Para além do pensamento abissal

Para além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia de saberes

RESUMO

Na primeira parte do ensaio, o autor argumenta que as linhas cartográficas "abissais" que demarcavam o Velho e o Novo Mundo na era colonial subsistem estruturalmente no pensamento moderno ocidental e permanecem constitutivas das relações políticas e culturais excludentes mantidas no sistema mundial contemporâneo. A injustiça social global estaria portanto estritamente associada à injustiça cognitiva global, de modo que a luta por justiça social global requer a construção de um pensamento "pós-abissal".

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Sitio do Boa

Boaventura por ele mesmo: clique aqui!

Para uma sociologia das ausências e uma sociologia das emergências

este texto, para mim, é um palimpsesto, um palimptexto...

cada vez que eu o leio, ele se refaz, ele se acrescenta algo, que antes, tenho certeza, não estava lá;

passei a vê-lo como uma obra aberta, onde se ouve várias vozes, uma polifonia de sentidos;

também nele cabem, vários outras novas vozes, as suas talvez...


PALIMPSESTO PALIMPTEXTOPALIMPSESTOPALIMPTEXTOPALIMPSESTOPALIMPTEXTO

PALIMPTEXTOPALIMPSESTOPALIMPTEXTOPALIMPSESTOPALIMPTEXTOPALIMPSESTO

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PALIMPTEXTOPALIMPSESTO

PALIMPSESTO PALIMPTEXTO

PALIMPSESTO

PALIMPTEXTO

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"O presente capítulo sumaria a reflexão teórica e epistemológica a que me conduziu um projecto de investigação com o título «A reinvenção da emancipação social» por mim recentemente dirigido. Este projecto propos-se estudar as alternativas à globalização neoliberal e ao capitalismo global produzidas pelos movimentos sociais e pelas organizações não governamentais na sua luta contra a exclusão e a discriminação em diferentes domínios sociais e em diferentes países. O principal objectivo do projecto foi determinar em que medida a globalização alternativa está a ser produzida a partir de baixo e quais são as suas possibilidades e limites. Escolhi seis países, cinco dos quais semiperiféricos, em diferentes continentes. A minha hipótese de trabalho foi que os conflitos entre a globalização neoliberal hegemónica e a globalização contra-hegemónica são mais intensos nestes países. Para confirmar esta hipótese, seleccionei também um dos países mais pobres do mundo: Moçambique. Os seis países escolhidos, para além de Moçambique como país periférico, eram a África do Sul, o Brasil, a Colômbia, a Índia e Portugal. Nestes países, identificaram-se iniciativas, movimentos, experiências, em cinco áreas temáticas em que mais claramente se condensam os conflitos Norte/Sul: democracia participativa; sistemas de produção alternativos e economia solidária; multiculturalismo, direitos colectivos, pluralismo jurídico e cidadania cultural; alternativas aos direitos de propriedade intelectual e biodiversidade capitalistas; novo internacionalismo operário. Como parte do projecto, e com a intenção de identificar outros discursos ou narrativas sobre o mundo, realizaram-se extensas entrevistas com activistas ou dirigentes dos movimentos ou iniciativas sociais analisados.O projecto levou a uma profunda reflexão epistemológica de que resultou o presente capítulo."



TEXTO COMPLETO